A pesquisa foi coordenada por Ed Galea, da Universidade de Greenwich, um especialista em segurança aeronáutica, que hoje está a apresentar estas e outras conclusões em Bristol.
Segundo o portal brasileiro Último Segundo, Galea dividiu as aeronaves em quatro partes (primeira classe e económica, na frente das asas, em cima das asas e atrás das asas) e detetou que em 11 de 20 acidentes os passageiros que estavam perto da cauda do aparelho tiveram uma taxa de sobrevivência maior do que seus companheiros de voo.
É citada ainda uma estatística do National Transportation Safety Board, órgão que fiscaliza a segurança dos transportes nos EUA, segundo a qual apenas um em cada 1,2 milhões de voos termina em acidente.
João Paulo Meneses